Policiais penais concluem curso de operador de drones

Capacitação ocorreu de 29 a 31 de janeiro, na Egesp, com o objetivo de especializar os profissionais para a aplicação do equipamento em ações no sistema prisional

A Secretaria de Justiça e de Defesa do Consumidor (Sejuc), por meio da Escola de Gestão Penitenciária (Egesp), realizou, entre os dias 29 a 31 de janeiro, o Curso de Operador de Drones. A capacitação foi ofertada para 14 policiais penais com o objetivo de especializá-los para a aplicação do equipamento em ações no sistema prisional.

Participaram da especialização policiais penais lotados no Presídio Semiaberto de Areia Branca (Presab), Presídio Regional Juiz Manoel Barbosa de Souza (Premabas), Grupo de Operações Penitenciárias (Gope) e Núcleo de Inteligência Penal (NIP).

O curso, ministrado pelo instrutor e diretor do Aeroclube de Sergipe, Francisco Feitoza Junior, contou com atividades teóricas e práticas. Entre os assuntos abordados, estiveram o funcionamento das aeronaves remotamente controladas (drones), tipos de voos que podem ser realizados e a legislação geral que regulamenta os voos.

Segundo ele, o uso dos drones pelos órgãos de segurança e militares tem sido uma tendência no Brasil e no mundo. “A utilização de aeronaves remotas na segurança pública tem sido muito intensificada em muitos países, e o Brasil não fica de fora dessa linha. No entanto, os profissionais de segurança pública também precisam seguir a legislação, e estamos aqui falando para esses policiais penais sobre a parte legal e jurídica, de utilização desses equipamentos, como sobre o checklist que precisa ser feito antes dos voos, os diversos tipos de aeronave, os tipos de voos e aplicativos de controle”, detalhou o instrutor.

Com a finalização do curso, os policiais receberão seus certificados e estarão aptos a pilotar e cadastrar drones em seus nomes.

Segundo a diretora da Escola de Gestão Penitenciária, Andrea Andrade, o curso, com carga horária de 24 horas, contribuirá com o trabalho diário da Polícia Penal de Sergipe. “Essa qualificação enriquecerá o trabalho da Polícia Penal, no sentido de ser um instrumento a mais na segurança das atividades da categoria, como também é uma forma de acompanharmos as inovações tecnológicas e aplicá-las no nosso trabalho diário”, finalizou a diretora da Egesp.

Última atualização: 2 de fevereiro de 2024 08:01.

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