Secretaria de Estado da Justiça, do Trabalho e de Defesa do Consumidor

Egesp entrega faixas para judocas do Projeto Social Judô Ação no bairro América

Nesta sexta-feira, 13, a Escola de Gestão Penitenciária promoveu um evento de entrega de faixas para as crianças judocas que participam do Projeto Social Judô Ação. O projeto, que já tem três anos de realização, tem o intuito de educar e prevenir a entrada de jovens no mundo do crime através do esporte.  A iniciativa […]

13 de dezembro de 2019

Nesta sexta-feira, 13, a Escola de Gestão Penitenciária promoveu um evento de entrega de faixas para as crianças judocas que participam do Projeto Social Judô Ação. O projeto, que já tem três anos de realização, tem o intuito de educar e prevenir a entrada de jovens no mundo do crime através do esporte. 

Elisângela fala sobre a importância do projeto como meio de inclusão social

A iniciativa do Projeto Social Judô Ação aconteceu em 2016, no bairro América, que tinha um grande histórico de marginalidade e tráfico de drogas, se tornando um ambiente perigoso e hostil para as crianças. “A importância principal do projeto é a inclusão social, resgate da vida que a gente dá a essas crianças, tirando da marginalidade, dando uma atividade. Tenho certeza que na construção de mais tatames, vai gerar a desconstrução de presídios.”, explica a policial penal Elisângela Silva, que coordena e é professora do Judô Ação.

O judô tem uma relevância tão grande na vida dessas crianças que em 6 meses de realização de projeto, ele foi selecionado até a primeira etapa do Prêmio Inovare em 2017. Agora, além das crianças da comunidade, o projeto Judô Ação também está em parceria com uma escola. “ Os alunos estão recebendo o esporte com muita alegria muito entusiasmo, o desenvolvimento e a  disciplina tem sido muito favorável para o nosso âmbito que é a educação”, diz Cristiane Costa diretora da escola Estadual.

Para Rosemeire Andrade, vó de Gabriele Valença, judoca que conquistou a faixa azul nesta manhã, essa atividade é

essencial para educação de sua neta.  “Muito interessante porque as crianças têm uma ocupação. As mães também ficam satisfeitas, minha neta sai daqui, vai pra banca e depois vai pra escola. Aqui os professores são ótimos, a gente tem mais que agradecer por esse projeto, por fazer essas crianças felizes”, declara.

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